Em 2010 nos EUA, a hipertensão foi projetado para custar
US$93.500.000.000,000 (93,5 bilhões) de dólares em serviços de saúde, medicamentos e dias perdidos
de trabalho.
"A falta de atividade física destrói a boa condição de qualquer ser humano, enquanto o movimento e o exercício metódico o salva e o preserva". Hipócrates (460 a.C - 370 a.C)
domingo, 27 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
SÍNDROME METABÓLICA
O SEDENTARISMO E SÍNDROME
METABÓLICA
A sociedade brasileira está passando por
diversas mudanças de crescimento econômico e industrial. No entanto, esse aumento tem se tornado
preocupante devido à falta de tempo para a realização de atividade física, por
essa questão há um crescente número de indivíduos sedentários. Infelizmente a
falta de atividade física ao longo prazo destrói a boa condição do indivíduo.
Mas
como destrói? A resposta é simples, com o surgimento de comorbidade, a síndrome
metabólica (SM).
domingo, 6 de abril de 2014
DISMORFIA MUSCULAR
A
obsessão de um corpo hiper musculoso é uma questão bastante preocupante que de
fato pode trazer para a saúde do indivíduo sérios danos irreversíveis como o
uso indiscriminado de recurso ergogênico. O que chama a atenção são a
quantidade de páginas e grupos criados na rede social Facebook relacionado à
VIGOREXIA.
O
termo de DISMORFIA MUSCULAR OU VIGOREXIA
(Bigorexia em inglês) é um transtorno onde os indivíduos (homens ou mulheres)
atletas (especialmente do esporte estética: fisiculturismo) ou os praticantes
de exercícios de força (musculação) buscam um corpo musculoso, apesar de grande
hipertrofia muscular, consideram-se pequenos e fracos.
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Dismorfia muscular ou Vigorexia: Insatisfação
com a imagem corporal ao qual seu corpo está exageradamente hipertrofiado. |
De
acordo com Pope pesquisador de referência sobre o assunto, inicialmente em 1993
denominou o caso de distorção da imagem corporal como “anorexia nervosa reversa” (com um olhar oposto sobre a anorexia nervosa - aqueles que NÃO estão
satisfeito com o PESO do corpo e buscam alternativas PERIGOSAS como drásticas
reduções de ingestões calóricas (Cal) com o objetivo de perder peso excessivamente)
Entretanto, em 1997 Pope et al, verificaram que atletas não apresentavam
disfunções NUTRICIONAL e sim distorções na imagem de sua COMPOSIÇÃO MUSCULAR,
modificando a denominação para DISMORFIA
MUSCULAR (DM).
DM é
um transtorno recentemente descrito, ainda não consta no manual de diagnóstico
de psiquiatria. Isso porque são escassos estudos epidemiológicos, isto é, ainda
não descobriram os padrões da ocorrência do transtorno. Alguns autores sugerem
que o transtorno origina-se por fatores socioculturais
outros argumentam que DM se manifesta quando os indivíduos recebem pressões sociais ou excessivas pela mídia para alcançar algum tipo de padrão corporal,
na qual o narcisismo é muito atuante.
As Academias com profissionais de Educação Física (com ampla formação, é claro), pode apreciar situação de cliente que sofre de DM e orientá-lo como procurar um especialista em fim. Pois o transtorno DM, pode gerar risco à saúde como também casos de prática exacerbada do treinamento de força ocasionando ocorrência não vantajosas, como o overtraining, caracterizado como excesso de treinamento (sobretreinamento), ou seja, tempo de recuperação incompleto entre as sessões de treinamento.
![]() |
| Dismorfia muscular |
Espero que tenham gostado destas informações.
att,
Wallisom Gomes, cursando 4 período do curso de Educação Física. UFPA
REFERÊNCIA CONSULTADA:
SOLER, Patrícia Tatiana et al; Vigorexia e níveis de dependência de exercício em frequentadores de academias e fisiculturistas; Revista Brasileira medicina esporte; 2013, vol.19, n.5, pp. 343-348.link PDF "sistema webqualis A2"
LIMA, Litiane Dorneles de; Moraes, Cristina Machado Bragança de; Kirsten, Vanessa Ramos; Dismorfia Muscular e o Uso de Suplementos Ergogênicos em Desportistas; Rev Bras Med Esporte – Vol. 16, No 6 – Nov/Dez, 2010. "sistema webqualis A2"
Site de busca:
Facebook, vigorexia link
Site de busca:
Facebook, vigorexia link
segunda-feira, 31 de março de 2014
PIRÂMIDE DA ATIVIDADE FÍSICA
A importância da atividade física regular para ampliar os benefícios da saúde para
todas as populações é apoiada por numerosa organizações e pela pesquisa
nacional e internacional.
No entanto, existe inúmeras
evidência sobre os benefícios da atividade física regular relacionada à saúde,
pois fica difícil de escolher qual é a melhor atividade física regular que
possa se realizado durante as semanas. Uma maneira de facilitar esse objetivo
seguirá as recomendações do colégio americano de medicina do esporte (ACSM).
A famosa pirâmide da atividade física foi
sugerida como uma maneira de facilitar esse objetivo.
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| A pirâmide das atividades, análoga à Pirâmide-Guia Alimentar da USDA (The Activity Pyramid, 2003 Park Nicollet Health Innovations, Minneapolis, USA). |
Espero que essa informação
tenha contribuído para aqueles que buscam estilo de vida melhor.
Abraços,
Wallisom Gomes.
Referência:
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE
www.acsm.org
|
sábado, 29 de março de 2014
OBESIDADE ANDRÓIDE E GINÓIDE
![]() |
| "Já jantei mas vou aceitar só um pedacinho" / "Acho que essa balança está quebrada" |
Hoje em dia, a obesidade é
dos fatores mais preocupantes nos países desenvolvidos como USA e nos emergentes,
Brasil. No período Paleolítico (Idade da
Pedra Lascada, refere-se ao período da pré-história que
vai de cerca de 2,5 milhões a.C) entendia a obesidade como um
sinal divino, de saúde e longevidade. Minha avó sempre dizia que menino magro
não é sinônimo de saúde, pois sempre exigia para seus netos ficassem fortinhos
(nesse caso gordinhos).
Bom, voltando para o assunto... Existem dos tipos de distribuição de gordura intra-abdominal são as
obesidade andróide e ginóide.
A obesidade Andróide semelhante a
uma maça caracteriza por mais gordura no troco “barriga” (gordura abdominal) e
a obesidade
Ginóide semelhante a uma pêra
está relacionada com a gordura distribuída nos quadris e nas coxas.
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| Androide (maça) e Ginoide (pêra) |
Segundo American college of
sports medicine (ASCM), confere que a obesidade
andróide é o maior risco de hipertensão, diabetes tipo 2, dislipidemia,
doença coronariana e morte prematura, em comparação aos indivíduos que demonstram
obesidade ginóide.
Agora sabemos que existem dois tipos de obesidade.
Agora sabemos que existem dois tipos de obesidade.
Descubra qual é sua categoria de risco a partir do método de mensuração da circunferência de cintura. Para tanto, este é um procedimento simples de fazer e barato basta ter uma fita métrica em casa. Para os resultados saírem mais aproximados da validação, seguiremos as normas ACSM.
De
acordo com as normas ACSM,
v A fita
métrica deve ser colocada sobre a superfície abdominal, habitualmente ao nível
do umbigo.
- Método de mensuração da circunferência de cintura
Circunferência da Cintura, cm
|
||
Categoria do
Risco
|
Mulheres
|
Homens
|
Muito baixo
|
< 70 cm
|
< 80 cm
|
Baixo
|
70-89 cm
|
80-99 cm
|
Alto
|
90-109 cm
|
100-120 cm
|
Muito alto
|
> 110 cm
|
> 120 cm
|
Fonte: ACSM, teste de aptidão
física relacionado à saúde. In American Journal of
Clinical Nutrition.
A circunferência da cintura pode ser usada isoladamente como um indicador do risco para saúde, pois a obesidade abdominal constitui o problema.
att,
Wallisom gomes, cursando 4 período do curso de educação física UFPA
sábado, 8 de março de 2014
MIOSTATINA
Diante
dos avanços da biologia molecular, a terapia gênica está se tornando uma nova
ferramenta contra as desordem de origem genética (não necessariamente
hereditária) o que possibilita a correção dos produtos gênicos inadequados,
lembrando que os genes são mecanismos especializados das células. Segundo o
livro de Astrand (2005), ressalta que os genes foram codificados com instruções
detalhadas sobre a proliferação da massa celular, fornecendo informação sobre
forma estrutura e funções.
Miostatina
ou fator de crescimento e diferenciação-8 (GDF-8) é do membro da família tgf-β que normalmente inibe a proliferação de
mioblastos (formação de músculos) que se fundem para formar as células
musculares esquelética. O gene da miostatina circunda no sangue e seu
principal objetivo é a regulação/inibição do crescimento muscular.
Atualmente existem algumas raças de bois com crescimento incomum da musculatura
como o touro Belgian Blue fenômeno conhecido como Double muscling.
Quanto em humanos,
recentemente foi descrito o caso de criança que apresentava fenótipo semelhante
ao Double muscling.
Nome: Giuliano Stroe (Bolso Hercules)
Data
de Nascimento: 18 de julho de 2004, a Roménia
Em 24 de fevereiro de 2010 , ele quebrou o recorde mundial de número de 'ar flexões', que é um exercício onde flexões são realizadas sem deixar que seus pés tocarem no chão. Stroe conseguiu 20 'empurrar o ar ups' bater seu recorde anterior, de 12, ao vivo na TV romena.
Em 24 de fevereiro de 2010 , ele quebrou o recorde mundial de número de 'ar flexões', que é um exercício onde flexões são realizadas sem deixar que seus pés tocarem no chão. Stroe conseguiu 20 'empurrar o ar ups' bater seu recorde anterior, de 12, ao vivo na TV romena.

Nome: Richard Sandrak (Pouco Hércules)
Nascido: nascido em 15 de abril de 1992,
a Ucrânia
Iniciado
o levantamento de peso: Começou a levantar pesos com a
idade de 2 Richard é um ucraniano , nascido na América fisiculturista, artista marcial e ator, conhecido por seu
físico musculoso em uma idade muito jovem.
Estudo
experimental feito em camundongos transgênicos
com a deleção (Perda de um ou mais nucleotídeos de uma molécula) do gene
da miostatina, observa-se o aumento do número de fibra muscular (hiperplasia) e
o aumento do tamanho da célula (hipertrofia). Os pesquisadores propõem também
que a miostatina regula o número de fibras durante o desenvolvimento
embrionário e o crescimento muscular no período pós-natal, ou seja, após o
nascimento (GUIZONI et al, 2010)
Quando
procuramos de forma curiosa pela palavra miostatina ou myostatin blocker
encontramos mais de 3.000.000 (três milhões) de citações especialmente em
artigos de suplementações a maioria relacionado melhora da capacidade física
droga ergogênica por exemplo. Claro que
a ciência esta tentando desenvolver fármaco que apresentam bloqueadores da
miostatina para aumentar massa muscular porém associada a doenças crônicas. No
entanto, os inibidores de miostatina ainda estão em estudo experimentais tanto
em in vivo como in vidro, pois ainda não foram completamente esclarecidas suas
propriedades e muito menos se aplicado em humano.
- Leia também: Genética: hipertrofia e força
- Leia também: Genética: hipertrofia e força
Referência:
ALBERTS, Bruce, et al. BIOLOGIA MOLECULAR DA CÉLULA. Porto
Alegre: Artmed, 2010. pág.1110-1111.
GUIZONI, Daniele
Mendes et al. Myostatin and muscle mass in chronic diseases. Rev Bras. Clin. Médica, 2010.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Peitoral menor VS Peitoral maior – parte esternocostal
Quando chega o dia de malhar o
peitoral logo pensamos em separar as seções ou cabeças dos músculos para ter
uma noção das regiões estimuladas (trabalhadas). Temos a impressão que ao
selecionar supino declinado estaríamos estimulando o peitoral menor, mas na
verdade os estímulos desse exercício são gerados para o peitoral maior.
Tentarei esclarecer de maneira mais simples possível. Antes de começar, e
importante conhecermos os aspectos anatômicos do músculo peitoral e, sua origem
e inervação.
![]() |
| Anatomia torácica. Figura 1 |
Vamos
entender isso. Seguindo os princípios anatômicos, a musculatura do peitoral é
divido em dois segmentos Músculo peitoral maior (1) e Músculo peitoral menor (2)
[fig. 1]. O músculo peitoral maior (1) é o mais superficial tem forma de leque
e apresenta duas seções, ou cabeças: superior e inferior. A seção superior tem
origem na clavícula, chamada também de peitoral maior – parte clavicular, e a seção inferior tem origem no esterno
(peitoral maior – parte esternocostal).
As duas seções conectam-se em um único tendão no osso do úmero.
Quanto
ao peitoral menor (2) tem forma de triângulo, semelhante ao triangulo escaleno,
origina-se da 2° a 5° costela e se insere na escapula, situa-se por baixo do
peitoral maior não visível. Além disso, apresenta pouca funcionalidade como
ação depressão do ombro. Por exemplo,
no supino declinado [fig. 2] as regiões estimuladas são o músc. peitoral
maior parte esternocostal e outros sinérgicos como deltóide anterior parte
clavicular, serrátil anterior e tríceps braquial
Na
figura 2, demonstra análise de ativação muscular mediante da captação de
estímulo elétrico envidado pelo sistema nervoso central pela via motora eferente.
Essa técnica eletromiografia EMG é a mais aceita na comunidade cientifica para
análise da função muscular. Cabe salientar que EMG é apenas um estudo parcial e
necessita complementar com outros estudos de treinamento de força. De acordo com
os análises cinesiológicos e biomecânicos, durante a execução do supino
(declinado, reto, inclinado) são envolvido três articulações: ombro, cintura
escapular e cotovelo sendo que cada articulação tem sua própria variação de movimento [fig.3].
![]() |
| Articulações envolvidas durante exercício supino. Figura 3. |
Durante
a execução do supino declinado, as regiões do músculo peitoral menor não são estimuladas
significativamente. Mas tendo como músculo alvo peitoral maior parte
esternocostal. Apesar de ser um músculo profundo com funcionalidade reduzida, é
bastante resistente e contribui para a coordenação e equilíbrio durante a
execução do supino.
O
exercício supino declinado no aparelho
com ângulo agudo 30 a 45° é interessante (demonstrado na fig. 2), pois permitem
durante a execução do movimento mais estabilidade e segurança. Tendo como
ênfase o músculo peitoral maior – esternocostal apresenta também amplitude de
movimento diminuído em relação aos demais supinos (reto, inclinado), permitindo
usos de pesos elevados.
Foi esclarecido sobre os aspectos anatômico da
região do peitoral, agora estamos cientes que o músculo peitoral esternocostal se refere ao peitoral MAIOR e
durante a execução do supino declinado, estamos gerando estimulo tensivo para
está região.
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